Dicas Para o Controle Emocional

outubro 15, 2008 às 11:22 am | Publicado em Artigos | Comentários desativados em Dicas Para o Controle Emocional

Goleman procura demonstrar que não só a razão influencia nos nossos atos, mas, a emoção também é responsável por nossas respostas e tem grande poder sobre as pessoas.

Algumas habilidades emocionais são consideradas importantes para que uma pessoa alcance seus objetivos seja feliz e alcance sucesso na vida. Dentre elas são citadas o controle do temperamento, adaptabilidade, persistência, amizade, respeito, amabilidade e empatia. Goleman apresenta os seguintes níveis de Inteligência Emocional:

1. Auto-conhecimento emocional – Autoconsciência: conhecimento que o ser humano tem de si próprio, de seus sentimentos ou intuição. Esta competência é fundamental para que o homem tenha confiança em si (autoconfiança) e conheça seus pontos fortes e fracos;

2. Controle emocional – Capacidade de gerenciar os sentimentos: é importante saber lidar com os sentimentos. A pessoa que sabe controlar seus próprios sentimentos se dá bem em qualquer lugar que esteja ou em qualquer ato que realize;

3. Auto-motivação – Ter vontade de realizar, otimismo: Pôr as emoções a serviço de uma meta. A pessoa otimista consegue realizar tudo que planeja pois tem consciência que todos os problemas são contornáveis e resolvíveis;

4. Reconhecer emoções nos outros – Empatia: saber se colocar no lugar do outro. Perceber o outro. Captar o sentimento do outro. A calma é fundamental para que isso aconteça. Os problemas devem ser resolvidos através de conversas claras. As explosões devem ser evitadas para que não prejudique o relacionamento com os outros;

5. Habilidade em relacionamentos inter-pessoais – Aptidão social: a capacidade que a pessoa deve ter para lidar com emoções do grupo. A arte dos relacionamentos deve-se, em grande parte a saber lidar com as emoções do outro. Saber trabalhar em equipe é fundamental no mundo atual.

Os sentimentos mais fortes do homem são a tristeza, a alegria e a raiva. É fundamental saber lidar com eles. As pessoas que sabem controlar suas emoções são aquelas que obtém mais sucesso na vida, em qualquer tipo de medição.

GOLEMAN, Daniel – Inteligência emocional. Rio de Janeiro, Ed. Objetiva, 1996.

Por: Julie Amaral – Psicóloga

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Como administrar a raiva e ter saúde emocional?

outubro 15, 2008 às 11:06 am | Publicado em Artigos | Comentários desativados em Como administrar a raiva e ter saúde emocional?

Ninguém está livre! A raiva é um sentimento que aparece quando nos sentimos impotentes ou frustrados. Trata-se de um mecanismo de autodefesa sem o qual o ser humano permitiria que passassem por cima dos seus desejos. Mas, quando esse comportamento se torna uma rotina, aí você tem um problema.

No momento da explosão, os hormônios se desequilibram e a pressão arterial aumenta, assim como os batimentos cardíacos. A corrente sanguínea é inundada por adrenalina, que provoca a contração dos vasos sanguíneos e pode levar à hipertensão e ao infarto.

Além disso, a raiva também libera de duas a cinco vezes mais cortisol, o hormônio do estresse, altamente tóxico ao corpo. Essa substância pode desencadear problemas de saúde e emocionais.

Dicas para diminuir a raiva:

Pare e respire

Sente-se no chão com a coluna ereta e as pernas cruzadas, com a direita na frente por baixo da perna esquerda.

A mão direita segura o pulso esquerdo por trás, nas costas. Inspire pelo nariz e, ao expirar, vá inclinando o tronco lentamente, à frente, com a intenção de tocar a testa no chão.

Pare e segure a respiração por 8 segundos. Inspire e volte à posição original. Repita 8 vezes. Essa prática ajuda a baixar os níveis de cortisol e a evitar os efeitos prejudiciais da irritabilidade.

Tenha atitudes saudáveis

Não é feio nem errado sentir raiva, até mesmo de quem amamos. Aprenda a contar pelo menos até 3 e respire fundo – isso ajuda a diminuir o excesso de adrenalina.

Exponha a sua raiva, sem brigar, para quem a provocou. Engolir a irritação pode até deixá-la doente! E tente resolver a causa do que causou a irritabilidade. Esse sim é o melhor remédio.

Coma devagar

Nos momentos de raiva, é comum ter vontade de comer chocolate, biscoitos, doces e pães.  Então cuidado!

Para recuperar a tranqüilidade, faça uma dieta desintoxicante, reduzindo sal, gordura e tomando muito líquido.

http://mdemulher.abril.com.br/anamaria/indices/edicoes/000/saude/anamariamateria_226551.shtml- modificado por Adriana Almeida

A difícil tarefa de educar nos dias de hoje

setembro 9, 2008 às 11:31 am | Publicado em Artigos | Comentários desativados em A difícil tarefa de educar nos dias de hoje

“Qualquer criança me desperta dois sentimentos: ternura pelo que é e respeito pelo que poderá vir a ser”. (Louis Pasteur)

Muitos pais tem demonstrado receio de exercerem um tipo de disciplina rígida com seus filhos, como possivelmente viveram em suas gerações, partindo para o extremo oposto. Nos dias atuais, é bastante comum nas famílias estirem crianças que demonstram sentimento de estarem perdidas pela falta de imposição de limites em sua educação.

E é bem verdade que as crianças estão, no seu dia a dia, sempre testando seus limites de forma a exercitarem nas suas relações, seja na escola ou em outras relações da mesma forma que vivenciam com seus pais. No momento que se deparam com situações que fogem do seu controle elas expressam de forma a provocar, principalmente, os adultos que com ela convivem.

A questão do limite no desenvolvimento de uma criança é muito mais complexa do que se imagina e são justamente os pais (ou aqueles que cuidam da criança) os grandes responsáveis pela sua adaptação crítica às regras sociais.

É importante, ainda, dizer que os pais devem sempre representar figuras de autoridade diante dos filhos, porém isto não necessariamente significa que desempenhem apenas funções punitivas. A figura de autoridade deve ser firme porque esse papel primariamente desempenhado pelos pais e respeitado pela criança, será futuramente desempenhado pela sociedade e retratado pelas leis.

Dessa forma, a figura de autoridade dos pais, a maneira pela qual a criança vai lidar com ela e com os limites, constitui-se a base para a introjeção das regras sociais e a adaptação a elas na idade adulta.

E qual a melhor maneira de impor limites?

1º ser assertivo e seguro quando falar;

2º ser coerente: o que vale é o que se passa na ação, e não o que se diz;

3º aprenda a dizer não sem culpa, você não irá perder o amor do seu filho por isso, pelo contrário, estará contribuindo para que ele aprenda a superar possíveis frustrações ;

4º caso não concorde com atitude tomada por seu(sua) parceiro(a), em relação ao seu filho, procure não desautorizá-lo(a), exponha sua opinião longe da criança;

5º exerça sua autoridade, evite dizer ao seu filho a famosa frase :”quando seu pai (ou mãe) chegar, você vai ver.”;

6º não ameace seu filho com promessas que não poderá cumprir ,você ficará desacreditado(a) perante ele;

7º exerça sua função ,não seja apenas amigo do seu filho, isso pode confundi-lo.;

8º conheça os amigos do seu filho e procure saber o que ele anda fazendo;

9º controle as diversões eletrônicas ( TV, Internet, Vídeo- Games, Computador).Seu filho pode estar adquirindo valores que você nem imagina;

10º finalmente, passe mais tempo com o seu filho.

“Educar uma criança estabelecendo limites, é acima de tudo, oferecer segurança e uma base sólida na formação da personalidade. É educar com amor.” (Sandra Gaspari)

Julie Almeida Gurgel do Amaral

Psicóloga CRP 01/0184

Adolescentes

agosto 4, 2008 às 7:57 am | Publicado em Artigos | Comentários desativados em Adolescentes


Algumas pessoas os chamam de “aborrecentes”, outras de “anjolescentes”, mas o que afinal acontece com eles?

A adolescência é um período do desenvolvimento humano que se estende, aproximadamente, dos 10 aos 19 anos de idade (segundo a OMS), caracterizado por uma revolução bio-psico-social. É um período de grande crescimento e transformações, onde tudo é vivido intensamente. As mudanças são sociais, familiares, corporais e emocionais.

Todas essas mudanças trazem perdas. Ao crescer desenvolver-se, o adolescente vê-se diante de três lutos: Luto pela perda do corpo infantil, Luto pela perda do papel e da identidade infantis e o Luto pela perda dos pais da infância. Todas estas perdas exigem do adolescente uma postura, mas não há uma regra específica para afirmar que adolescentes que tiveram uma infância saudável sofrerão menos do que outros, mas sabe-se que quanto mais a criança é exposta durante seus primeiros anos de vida a situações de risco físico, emocional ou social, maior é a probabilidade de chegar à adolescência com certas dificuldades.

A adolescência caracteriza-se pela: tendência a formar grupos, necessidade de intelectualizar e fantasiar,·desestruturação corporal, atitude social reivindicatória, constantes flutuações do humor e estado de ânimo, comportamento impulsivo, rebelde, critico, arrogante, desafio à autoridade dos pais.

A vida moderna é estressante e deixa cicatrizes psicológicas em muitos adolescentes, que não conseguem ou se sentem incapazes de enfrentar tudo de maneira eficaz, alcançar seu potencial humano.

Tanto a família quanto a escola do adolescente deve estar sempre atento as novidades e riscos que estes jovens estão sujeitos a enfrentar. Os problemas mais comuns são: risco e abuso de drogas, violência, recusa escolar, transtornos da alimentação, problemas sexuais, queixas psicossomáticas.

Dicas para o bom convívio com o adolescente

  • Ouvir o adolescente é fundamental, pois eles comumente se queixam da dificuldade de comunicação;
  • Os pais não devem perder de vista que eles continuam sendo a autoridade familiar, mas o bom senso deve reger as relações;
  • Tarefa nas relações: aumento na flexibilidade dos limites e do espaço de cada um e da família como um todo nos seus valores, combine as regras antecipadamente;
  • Mudanças mais comuns: negociação de novas regras em relação a controle e independência, individualidade e experiências sociais;
  • Conheça os amigos do adolescente.

Estresse e a saúde emocional

agosto 4, 2008 às 7:55 am | Publicado em Artigos | Comentários desativados em Estresse e a saúde emocional

O mundo moderno e competitivo apresenta uma diversidade de estímulos e características que podem colocar o indivíduo em estado de alerta constante e isso pode gerar desconforto, tensão ou mesmo ansiedade, podendo gerar o estresse. Portanto estresse é definido como uma alteração global de nosso organismo para adaptar-se a uma situação nova ou às mudanças de um modo geral.

É comum a pessoa que sofre de estresse comentar: “estou sob pressão” isso significa que o estímulo é persistente e é percebido como algo negativo. Hans Selye, estudou o estresse na década de 30, destaca três tipos de estágios do estresse: 1°- é o estado de alerta, o 2°- é o período da adaptação, é neste momento que as alterações fisiológicas ocorrem, com a intenção de resolver o problema ou se ajustar a ele, mas quando isso não acontece o organismo entra na terceira fase que é o esgotamento, neste as conseqüências são mais nocivas, pois afetam o indivíduo não só de forma física mas também emocional e consequentemente o comportamento social. Os sintomas aparecem em graus diferentes, como: diminuição da concentração, depressão, pessimismo, queda da resistência imunológica, mau-humor, cansaço, irritabilidade, baixa da libido. As doenças psicossomáticas também podem ser desencadeadas ou agravadas, são elas: úlcera gástrica, problemas dermatológicos, queda de cabelo, infertilidade, herpes, etc.

O estresse é pode ser considerado benéfico, pois o indivíduo fica mais atento aos problemas ou dificuldades, se tornando, portanto menos indefeso. Qualquer situação mesmo benéfica para o ser humano pode trazer estresse, como por exemplo, o nascimento de um filho, casamento ou a promoção no trabalho tão esperada.

“As características desse Estresse positivo são: aumento da vitalidade, manutenção do entusiasmo, do otimismo, da disposição física, interesse, etc. Por outro lado, o Estresse patológico e exagerado pode ter conseqüências mais danosas…” ( Ballone GJ, 2005)


Dicas para diminuir o estresse:

  • Identifique as situações que causem tensão.
  • Planeje-se e nunca se sobrecarregue.
  • Seja tolerante consigo mesmo(a) e com os outros.
  • Tenha sistematicamente momentos de lazer e descanso.
  • Quando precisar peça ajuda.
  • Faça exercícios físicos e técnicas de relaxamento.

Pais separados e filhos felizes, é possível?

maio 16, 2008 às 6:57 am | Publicado em Artigos | Comentários desativados em Pais separados e filhos felizes, é possível?

“A maneira como o pai e a mãe enfrentam a separação e suas conseqüências pode influir na vida futura dos filhos.” (Içami Tiba)

A separação de um casal sem filhos, aparentemente, é mais simples. Mas quando o casal possui filhos a situação se torna mais complexa. Faz-se necessário então, que o bom senso seja amplamente utilizado pelo casal.

Assim algumas dicas são fundamentais:

  • A separação precisa estar clara para ambos os conjugues;
  • Não é necessário deixar os filhos atualizados sobre todas as conversas e dificuldades do casal;
  • É preciso que os filhos sejam poupados das informações que eles ainda não têm maturidade para compreender;
  • Quando possível a conversa deve ser feita com o casal ao mesmo tempo;
  • Os filhos não devem exercer o papel de prêmios e nem de juizes;
  • As emoções dos filhos devem ser ouvidas e compreendidas.
  • Cuidado ao incluir uma terceira pessoa no relacionamento do seu filho (a), principalmente se ele ainda está no “luto” da separação e portanto reconstruindo referenciais afetivos e de lar.

É importante ressaltar que os filhos não saem fortalecidos emocionalmente quando os pais se oprimem mutuamente, mesmo que haja “motivos” para isso.

Alguns possíveis sintomas devem ser observados pelos pais:

  • Queda no rendimento escolar;
  • Alteração do sono: hipersonia ou insônia;
  • Alteração do apetite: muita fome ou falta de apetite;
  • Mudanças bruscas de humor: ora alegre, ora agressivo;
  • Isolamento;
  • Dores de cabeça, de estômago ou outros sintomas físicos que possuem relação direta com o estado emocional.


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Mau humor tem cura?

maio 15, 2008 às 1:53 pm | Publicado em Artigos | Comentários desativados em Mau humor tem cura?

Mau humor tem cura?

É muito comum nos tempos modernos pessoas se queixarem que seus namorados, amigos, chefes, esposos, amigos, etc., sejam mau humoradas e que este temperamento torna o convívio difícil e muitas vezes desagradável.

O termo mau humor vem de uma palavra em grego que significa Distimia. Podem apresentar-se em sintomas em intensidades diferenciados, do leve ao grave. A pessoa Mau Humorada reage como se fosse alérgica à tudo, só que, ao invés de reagir às coisas do ambiente com crises alérgicas, reagiria aos acontecimentos com mau humor. (G. Balone).

O principal sintoma do Mau Humor é, a pouca tolerância com o ambiente; seja com as pessoas, com os acontecimentos, com os objetos, com o clima, com a política, com a sociedade, com a economia, com o trânsito, com as filas, enfim, com o mundo

Alguns sintomas:

  • Alteração do apetite;
  • Desinteresse;
  • Alteração do sono;
  • Tristeza.
  • Fadiga crônica;
  • Irritabilidade;
  • Isolamento;
  • Pessimismo

Quem está mais suscetível a apresentar o mau humor?

  • Pessoas com stress crônico;
  • Mulheres no período pré-menstrual;
  • Adolescentes;
  • Indivíduos com depressão leve.

O mau humorado se sente assim?

É muito comum que o pessimista e o mau humorado não se reconheça e por isso, negam seu comportamento se justificando nos problemas do cotidiano.

Existe tratamento?

É claro que sim. Além da crítica, o sujeito mau humorado pode ser acompanhado por um médico e um psicólogo!

Dicas:

  • Identificar suas próprias emoções e refletir sobre elas;
  • Administrar as emoções;
  • Desenvolver a habilidade do equilíbrio entre a razão e a emoção.

Psicóloga Adriana Almeida CRP 01/8088

Maio/2008

Contrato terapêutico

maio 15, 2008 às 8:42 am | Publicado em Artigos | Comentários desativados em Contrato terapêutico



No processo de terapia é fundamental que seja esclarecido o que é um contrato terapêutico. Para isso é necessário conhecer as informações abaixo.

Duração e frequência do acompanhamento psicológico: A psicoterapia costuma ocorrer uma vez por semana, isso implica que a regularidade é importante neste processo. Porém a sua freqüência deve-se as necessidades individuais, podendo então, aumentar ou diminuir, geralmente com 50 minutos de duração.

Confidencialidade: As informações que são levadas para o setting terapêutico (local onde as sessões ocorrem) serão mantidas em estrita confidencialidade e não serão reveladas. Todavia, a lei não garante confidencialidade em situações de risco de vida que o (a) envolva ou a outros, ou em situações em que crianças sejam postas em risco (por exemplo, por abuso sexual ou físico, ou negligencia).

Honorários: O preço por uma sessão individual de terapia é norteado pelo Conselho Federal de Psicologia. Se tiver necessidade de cancelar a marcação (apenas por assuntos urgentes, ou doença) faça-o com antecedência pois caso contrario a sessão será paga de igual forma. O pagamento é feito após a sessão ou mensalmente.

Telefone e contactos de urgência: Sempre que necessitar contato por assuntos urgentes poderá ligar para o telefone disponibilizado para isso.

Liberdade de desistência: O paciente tem o direito de dar por finda a terapia a qualquer momento. Podendo inclusive, trocar de terapeuta caso desejar.


Psicóloga Adriana Almeida CRP-01/8088

Psicóloga Julie Amaral CRP-01/8104

Rua Acre n° 12 CEMOM sala 505

Vieiralves – Manaus- AM

E-mail: conviverc@gmail.com

Fone: 3088-6952

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